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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Venda de Imóvel novo no Rio sobre 15%, mas valor cai 25%

O Globo, Economia, 09/08/2017
Por Glauce Cavalcanti

RIO - As vendas de imóveis novos na cidade do Rio de Janeiro subiram 15% no primeiro semestre, na comparação com janeiro a junho de 2016. No entanto, a situação está melhor para quem compra do que para quem vende: houve um recuo de aproximadamente 25% no preço das unidades, segundo estimativas com base em dados preliminares de mercados pela Ademi-RJ, associação que reúne as empresas de construção.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/venda-de-imovel-novo-no-rio-sobe-15-mas-valor-cai-25-21685121#ixzz4pGqEcLZU 
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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Economia brasileira volta ao terreno positivo e avança 1,12% no primeiro trimestre, segundo Banco Central

O Globo, Economia 15/05/2017

RASÍLIA - Após a pior recessão da História, a economia brasileira começa a dar sinais de que o pior já foi superado. Nas contas do Banco Central, o país cresceu 1,12% no primeiro trimestre deste ano. Os dados do IBC-Br - o índice construído pela autoridade monetária que tenta simular o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) - foram divulgados na manhã desta segunda-feira.
O Brasil estava em recessão desde o segundo trimestre de 2015. Os dados divulgados desde então mostraram que a economia não parava de encolher. Os números do BC publicados nesta manhã, entretanto, sugerem mudança nesse processo.


Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/economia-brasileira-volta-ao-terreno-positivo-avanca-112-no-primeiro-trimestre-segundo-banco-central-21340831#ixzz4h9Y53sV5 
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Com aumento na procura, construtoras de imóveis retomam lançamentos no Rio

O Globo - 14/05/2017

RIO - Com a redução da taxa básica de juros, a inflação em queda e a ajuda extra das contas inativas do FGTS, as pessoas estão voltando a sonhar com a casa própria. A procura, que já aumentou 30% neste início de ano em relação ao mesmo período de 2016, vem animando construtoras e incorporadoras a retomarem o ritmo de lançamentos residenciais. Estão saindo da gaveta projetos voltados, principalmente, para a classe média, com preços a partir de R$ 200 mil.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/com-aumento-na-procura-construtoras-de-imoveis-retomam-lancamentos-no-rio-21337613#ixzz4h9WwbsWW 
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quarta-feira, 19 de abril de 2017

PIB tem maior alta para um único mês dos últimos sete anos

Gazeta do Povo - 18/04/2017
Ricardo Amorim

O PIB medido pelo Banco Central cresceu pelo segundo mês seguido. Em fevereiro, o aumento foi o maior registrado nos últimos sete anos. Isso se dá por conta de uma recuperação na confiança dos consumidores e empresários, e também porque o país teve um avanço em reformas estruturais importantes. Se o congresso, apesar de todos os problemas que temos, e a divulgação da lista do ministro Edson Fachin, continuar a aprovar reformas importantes, essa recuperação só vai se fortalecer.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Setor Imobiliário vê início de recuperação

Jornal O Estado de São Paulo
- Economia & Negócios

Para empresários e entidades, ano será deve marcar retomada do mercado de imóveis e sinais positivos da economia sustentam otimismo

SÃO PAULO - Para empresários e entidades do mercado imobiliário, 2017 vai marcar o início da retomada do setor. Eles justificam o otimismo apontando que a economia brasileira tem dado recentemente sinais de recuperação, com queda nas taxas de juros e recuo da inflação. O cenário positivo seria, na visão deles, reforçado pela perspectiva de manutenção dos cortes graduais da taxa básica de juros nos próximos meses.
“Há expectativas da Caixa de crescimento do mercado imobiliário, mas há também dados que já mostram essa realidade”, afirmou o presidente do banco público, Gilberto Occhi ontem, durante o Summit Imobiliário 2017, evento organizado em uma parceria do Estado com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) e que contou com a presença de associações e empresários da construção civil.
Occhi também lembrou que os financiamentos concedidos pelo banco para a compra e a construção de imóveis no primeiro bimestre deste ano são maiores do que no mesmo período de 2016, reforçando as expectativas de que o mercado imobiliário voltará a crescer em 2017. “As perspectivas positivas são ancoradas em medidas aprovadas recentemente pelo governo, como o limite dos gastos públicos e a terceirização.”
Em janeiro e fevereiro, o banco liberou R$ 14 bilhões de financiamento imobiliário. Para todo o ano, a Caixa tem um orçamento de R$ 84 bilhões em empréstimos nessa área, montante um pouco acima de 2016, quando atingiu R$ 81 bilhões.
“Os investidores já olham o Brasil de outra forma neste ano. A gente sabe da necessidade de ajustes econômicos e de outras questões específicas que podem ajudar na recuperação do setor, como a calibragem do Plano Diretor de São Paulo, por exemplo, mas estamos no caminho”, disse o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.



quinta-feira, 30 de março de 2017

Inflação do aluguel desacelerou 4,86% nos últimos 12 meses

Jornal O Globo - 30/03/2017
RIO - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), considerado a inflação do aluguel, desacelerou para apenas 0,01% em março. É a taxa mais baixa para o mês desde 2009. Nos doze meses encerrados em março, a taxa ficou em 4,86%. Os números mostram um ritmo menor da alta de preços tanto em relação a fevereiro quanto frente a março de 2016. Em fevereiro, a variação tinha sido de 0,08%. Em março de 2016, a taxa chegou a 0,51%.
O IGP- é o principal indicador usado como referência para reajuste de contratos como aluguel e energia elétrica.
Entre os índices que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi o único a apresentar alta, com variação de 0,38% em março. Todos os demais registraram deflação. Dentro do IPC, a alta de preços acelerou em alimentação — de deflação de 0,22% para alta de 0,40% —, habitação — 0,44% para 0,84% , despesas diversas — 0,35% para 0,76% —, saúde e cuidados pessoais — 0,47% para 0,56% e vestuário — de deflação de 0,05% para alta de 0,22%, entre outros itens.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/inflacao-do-aluguel-desacelerou-para-486-nos-doze-meses-encerrados-em-marco-21134750#ixzz4cp6REctI 
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Ministro da Fazenda diz que vai aumentar o limite do valor dos imóveis financiados com FGTS

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou em entrevista à Globonews que os recursos do FGTS poderão ser usados para a compra de imóveis de até R$ 1,5 milhão. Atualmente, o limite é de R$ 850 mil e R$ 950 mil, dependendo da cidade. A mudança vale tanto para quem vai comprar o imóvel com recursos próprios quanto para quem vai financiar pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), que usa recursos da poupança e da FGTS.



“Estamos aumentando esse limite, de cerca de R$ 850 mil ou R$ 950 mil, dependendo da cidade, para R$ 1,5 milhão, para permitir a compra da casa própria. O que significa que a classe média vai ser extremamente beneficiada porque pode não só sacar as contas inativas como pode usar recursos das contas ativas para financiar e comprar a casa própria”, afirmou o ministro.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia


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FGTS poderá ser usado para imóvel de até R$ 1,5 milhão

Fonte: O Globo

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou em entrevista à Globonews que os recursos do FGTS poderão ser usados para a compra de imóveis de até R$ 1,5 milhão. Atualmente, o limite é de R$ 850 mil e R$ 950 mil, dependendo da cidade. A mudança vale tanto para quem vai comprar o imóvel com recursos próprios quanto para quem vai financiar pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), que usa recursos da poupança e da FGTS.
“Estamos aumentando esse limite, de cerca de R$ 850 mil ou R$ 950 mil, dependendo da cidade, para R$ 1,5 milhão, para permitir a compra da casa própria. O que significa que a classe média vai ser extremamente beneficiada porque pode não só sacar as contas inativas como pode usar recursos das contas ativas para financiar e comprar a casa própria”, afirmou o ministro.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/fgts-podera-ser-usado-para-comprar-imovel-de-ate-15-milhao-diz-meirelles-20934665#ixzz4YrEMwHlX 
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Avanço de distratos de imóveis pressiona regulamentação do governo





Fonte: Jornal O Globo

BRASÍLIA e SÃO PAULO - O avanço do número de distratos nas operações de compra de imóveis novos em todo o país fez aumentar a pressão do setor da construção para que o governo regulamente direitos e obrigações (penalidades) para os casos de desistência do comprador antes da entrega das chaves. O índice de cancelamentos, que não chegava a 20% até o início de 2014, começou a crescer de forma expressiva desde então e chegou a 43,4% no ano passado, concentrado principalmente nas compras de imóveis com valores entre R$ 300 mil e R$ 800 mil. A justificativa das incorporadoras para a urgência da regulação é que, com os cancelamentos em níveis elevados e as vendas fracas, as empresas ficam sem garantias suficientes para tomar crédito, o que acarreta atrasos em obras de novos empreendimentos.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/avanco-de-distratos-de-imoveis-pressiona-regulamentacao-do-governo-20890523#ixzz4Y66nAoFT 
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Limite de renda do Minha Casa Minha Vida sobe para R$ 9 mil


Condomínio do “Minha Casa Minha Vida”, no Anil, em Jacarepaguá - Márcio Alves / Agência O Globo

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Fonte: O Globo

BRASÍLIA - O ministro das Cidades, Bruno Araújo, confirmou no relançamento do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), que o teto de financiamento dos imóveis do programa incluirá trabalhadores com renda de até R$ 9 mil. Em evento nesta segunda-feira no Palácio do Planalto, ele disse, ainda, que entre recursos de trabalhadores e do Tesouro Nacional, o programa envolverá R$ 60 bilhões.

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Valor do imóvel financiado por FGTS poderá subir para R$ 1,5 milhão



Paranoá Parque. Condomínio localizado na região administrativa de Brasília foi entregue no ano passado e tem atualmente cerca de 20 mil moradores, que não contam com praticamente nenhuma estrutura de serviços - Michel Filho / Agência O Globo


Fonte: O Globo


BRASÍLIA - O governo se prepara para anunciar na próxima semana novas medidas para tentar turbinar o Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país). Segundo integrantes da equipe econômica, uma parte das ações será na área de habitação, setor importante para estimular investimentos e gerar empregos. Nesse campo, as principais iniciativas são o aumento do limite do valor do imóvel a ser financiado pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH) e a ampliação do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Também estão previstas a regulamentação do distrato de imóveis e uma mudança no regime de alienação fiduciária.


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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Brasil destoa de outros países ao permitir distrato de imóveis, mostra estudo.

A ausência de regras para o cancelamento dos contratos de venda de imóveis na planta coloca o Brasil numa posição que destoa de outros países, onde o distrato quase sempre é proibido. E nos casos em que a rescisão do negócio é permitida, os consumidores não são ressarcidos pelos valores já pagos na fase de obras, ficando, inclusive, sujeitos a processos. 



As informações constam em estudo produzido pelo analista de construção civil do banco BTG Pactual, Gustavo Cambaúva. "Do ponto de vista regulatório, o Brasil está a quilômetros de distância de outros países", descreve o analista no relatório, ao qual o Broadcast teve acesso. 

O levantamento compara as regras para distratos em 11 países desenvolvidos e emergentes: Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Portugal, México e Reino Unido. 

Apenas no Brasil e na Austrália, o distrato é permitido. Nos demais, o comprador e o incorporador são obrigados a honrar o contrato de comercialização. Caso o acordo seja rompido, os compradores australianos perdem o valor já pago. Só os brasileiros recebem devolução. 

O relatório aponta também que em todos os países, com exceção do Brasil, os compradores que rescindem o negócio estão sujeitos a processos, em que a pena é reassumir a compra ou compensar os gastos da empresa com a venda desfeita. 

"Uma análise das diferenças em relação a outros países mostra que a decisão judicial no Brasil sobre cancelamentos é incerta e muito mais pró-consumidor", descreve Cambaúva. 

Vale ponderar, no entanto, que o mercado imobiliário tem particularidades em cada País. No Brasil, por exemplo, a duração da obra gira em torno de 18 a 36 meses, enquanto outros países têm ciclo mais curto, o que ameniza imprevistos financeiros que geram os distratos - como perda de emprego ou elevação das taxas de juros do financiamento bancário. 

Regulamentação - Empresários, membros do governo e representantes dos consumidores têm discutido a criação de regras para os distratos, mas não há consenso sobre o assunto. Três reuniões já foram feitas neste ano, mas ainda sem desfecho, e não há novo encontro marcado. 

Uma das propostas na mesa é que o incorporador retenha como multa até 10% do valor do imóvel em caso de distrato, até o limite de 90% do montante pago pelos consumidores. Em um imóvel de R$ 500 mil, por exemplo, a empresa poderia reter até R$ 50 mil. Já se o consumidor pagou apenas R$ 30 mil até a rescisão, a multa ficaria em R$ 27 mil. 

Se essa proposta for aprovada, o incorporador só obterá a retenção máxima (10% do valor do imóvel) após 12 meses de contrato. Antes disso, a multa será proporcionalmente inferior, segundo cálculo do analista do BTG Pactual, que considera o fluxo de pagamento. 

Distorções - O advogado Carlos Ferrari, do escritório NF&BC, pondera que os contratos no Brasil são originalmente irrevogáveis e irretratáveis. Entretanto, o judiciário brasileiro se aproximou das decisões que buscam resguardar o lado considerado hipossuficiente nas relações - no caso da compra do imóvel, trata-se do consumidor. 

Durante o boom do mercado, entre oito a dez anos atrás, surgiram os primeiros casos de distratos. Na ocasião, as empresas tinham grande facilidade na revenda, além de lucrarem com a forte valorização das moradias, o que contribuiu para a inclinação pró-consumidor do judiciário, avalia Ferrari. "Esse efeito gerou uma jurisprudência que foi criada aos poucos e passou desavisada", observa. "Quando o mercado inverteu, isso se mostrou danoso aos incorporadores e tomou um volume desproporcional". 

Em 2016, 40,9 mil unidades tiveram as vendas canceladas até novembro, o equivalente a 44% das vendas totais no período, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). O vice-presidente da entidade, Claudio Carvalho, avalia que a ausência de regras alimenta um clima de insegurança jurídica e prolonga os danos financeiros para os incorporadores, criando um risco para todos os envolvidos na cadeia. "Do jeito como está, o mercado corre um risco sistêmico. As empresas não vão aguentar", alerta. 

O especialista em mercado imobiliário Alberto Mattos, do escritório Penachio, Moroni Câmara, Mattos e Fittipaldi (PMMJ), também entende que há uma postura pró-consumidor da judiciário, onerando as empresas. "A quebra da expectativa de fluxo financeiro durante a obra aliada à necessidade de devolução dos valores ao cliente, corrigido e com juros, compromete o planejamento das empresas". 

Mattos acrescenta que a devolução de recursos já usados na obra colocam em risco a continuidade do projeto. "A consequência é que estes custos e riscos serão repassados aos próprios consumidores no próximo ciclo de desenvolvimento de um projeto, encarecendo ainda mais a compra de um imóvel", complementa. 

Já na visão de Marcelo Tapai, advogado especialista em direitos do consumidor, o modelo de incorporação no País é favorável às empresas, uma vez que boa parte das obras é feita com recursos obtidos junto aos compradores das unidades na planta. "O risco é todo do consumidor, pois se não pagar as parcelas da obra, não efetiva a compra e ainda perde parte do dinheiro 'emprestado' para a empresa", afirma. "O incorporador é responsável por levantar os recursos, então deve assumir os riscos do distrato".

Fonte: O Estado de S. Paulo Online