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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Caixa libera R$ 8,7 bilhões para destravar financiamento imobiliário

Jornal O Globo - 07/11
Por Bruno Dutra

RIO - A Caixa Econômica Federal informou que, até o fim desse mês, vai regularizar as propostas de crédito habitacional que foram aprovadas pelo banco. Segundo a Caixa, já estão disponíveis R$ 8,7 bilhões em recursos de orçamentos suplementares do FGTS para o crédito imobiliário Pessoa Física e Apoio à Produção.
Nos últimos meses, a Caixa anunciou uma série de medidas com o objetivo de restringir o crédito imobiliário, como a redução do limite de crédito para imóveis usados de até 70% para 50%. A norma passou a valer em 25 de setembro.


Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/caixa-libera-87-bilhoes-para-destravar-financiamento-imobiliario-1-22038569#ixzz4xkz0gChQ 
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terça-feira, 24 de outubro de 2017

5 dicas para vender imóvel rápido sem baixar demais o preço

Revista Exame - Seu dinheiro

por Júlia Lewgoy


5 dicas para vender imóvel rápido sem baixar demais o preço

Está difícil para vender seu imóvel? Estes detalhes podem fazer toda a diferença para fechar o negócio.



São Paulo – Se você está tentando vender seu imóvel há meses e não consegue fechar negócio, ou se pretende colocar o maior bem da sua vida à venda, esta matéria é para você. As dicas a seguir podem ajudar a elaborar um anúncio atraente e a chegar a um preço ideal para os dois lados.
Para não perder negócio em tempos de baixa liquidez no mercado imobiliário, pequenos detalhes fazem diferença. Confira a seguir cinco dicas para vender o imóvel rápido sem baixar demais o preço:

1) Organize os documentos

Cerca de 20% das negociações de imóveis à venda em São Paulo são interrompidas na hora de assinar o contrato por problemas de documentação do vendedor ou do imóvel, segundo a imobiliária e administradora Lello. A burocracia é grande, por isso, é essencial organizar toda a documentação para não perder a venda por um detalhe.
A lista de documentos necessários é imensa: inclui escritura e certidão atualizada do imóvel, negativas de débitos de IPTU e condomínio, além de diversos documentos pessoais. Você terá que regularizar qualquer pendência e provar que seu nome não está envolvido em processos judiciais ou dívidas com a Receita Federal ou com o banco.
Qualquer irregularidade impede que você venda seu imóvel. Por isso, vale contar com assessoria jurídica para revisar toda a documentação antes colocar o imóvel à venda.
“Esse processo de análise dos documentos é extenso, mas boa parte dos problemas são facilmente sanados. Quem faz isso com antecedência leva vantagem na venda”, orienta o diretor de Vendas da Lello Imóveis, Igor Freire.

2) Estabeleça um preço justo

Os especialistas em mercado imobiliário garantem: se o preço do imóvel estiver de acordo com o seu valor de mercado, três meses é o tempo máximo que leva para você conseguir vendê-lo.
“A maioria dos vendedores coloca o preço acima do valor de mercado e, por isso, tem dificuldade para fechar negócio”, diz o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, José Augusto Viana Neto.
O especialista em mercado imobiliário Marcelo Prata, fundador dos sites Resale e Canal do Crédito, concorda: “Não existe mercado imobiliário ruim. Existem imóveis fora do preço”.
Segundo Prata, em geral, os imóveis são efetivamente vendidos com preço entre 15% e 25% abaixo do valor anunciado por índices como o FipeZap. “O imóvel vale quanto os compradores estão dispostos a pagar, e não quanto o vendedor quer”, diz.
Isso não significa que você deve cobrar o mesmo preço pelo qual o vizinho vendeu, pois imóveis no mesmo condomínio podem ter valores diferentes conforme o estado de conservação, a iluminação e a ventilação. “O mercado é predador. Os preços mudam muito se você atravessar a rua ou o corredor”, alerta Viana Neto.

3) Escolha com atenção o corretor e a imobiliária

Como você viu, a tarefa de determinar um preço pode ser difícil para quem tem pouca prática. Por isso, procure uma imobiliária ou corretor de referência, que conheça o mercado imobiliário na região, para ajudar a determinar o melhor preço de anúncio.
Assim como você faz quando vai a um médico especialista, busque recomendações de corretores com quem já vendeu um imóvel. “Um bom corretor conhece a realidade dos preços do mercado e vai falar o que você não gostaria de ouvir. Esteja aberto para isso”, diz Prata.
Outra dica é escolher com cuidado apenas uma imobiliária. “Cinco ou seis placas de imobiliárias diferentes depreciam o imóvel. É melhor contratar apenas uma imobiliária, que se empenhe muito para vender seu imóvel”, ensina.

4) Capriche no anúncio

Com português impecável, detalhe como é o imóvel e destaque o ele tem de melhor, mas não minta ou exagere nos elogios para não perder tempo com visitas de potenciais compradores que vão se decepcionar com o imóvel.
Descreva o condomínio, se tem garagem ou área de lazer, e não esqueça de falar sobre a região e suas facilidades, como acesso a transporte público e a serviços como supermercado e farmácia.
Tudo o que está descrito deve aparecer nas fotos. Se necessário, contrate um fotógrafo para apresentar fotos que valorizem o que o imóvel tem de melhor, sem cachorro, roupa no varal ou cama desarrumada à vista. “Preço e foto são os itens determinantes para o comprador marque uma visita”, diz Freire.

5) Tenha jogo de cintura para negociar

No Brasil, se você não tiver uma pequena margem de manobra para negociar, você cria uma barreira emocional no comprador que impede o negócio, como explica o especialista em negociações José Roberto Ribeiro do Valle, presidente da consultoria Scotwork Brasil.
Por isso, estabeleça um limite mínimo de valor desejado para vender o imóvel e esteja disposto a negociar dentro desse teto. “Não flexibilize demais. O segredo é estabelecer margens pequenas e exigir algo em troca”, orienta. Tenha cuidado para não demonstrar que você tem pressa para vender o imóvel.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Pelo dados da FGV, a recessão "claramente" chegou ao fim

O Globo - Coluna Miriam Leitão
POR MARCELO LOUREIRO

A economia voltou a crescer em julho, pelo cálculo do Monitor do PIB da FGV. Contra junho, a alta foi de 0,1% e em relação a 2016 o avanço foi de 1,3%, o terceiro resultado positivo seguido. As “taxas apontam claramente para o fim da recessão” notou Claudio Considera, coordenador da pesquisa.

O gráfico abaixo ajuda a entender a opinião do especialista. No trimestre até julho, a alta foi de 1,1%, melhor que no período imediatamente anterior. A economia vem se distanciando do pior momento da crise. Nessa comparação com 2016, o principal destaque ainda é a agropecuária, com alta de 11,7%. A FGV notou que a indústria de transformação cresceu 1,6% no trimestre até julho, o primeiro resultado positivo desde o início de 2014.  
O Monitor da FGV tenta seguir mensalmente o cálculo feito pelo IBGE, que faz o levantamento trimestral oficial das contas nacionais. Nos últimos meses, o retrato da economia tem se revelado melhor que no mesmo período de 2016. E a estimativa do mercado para o PIB de 2017 vem melhorando.  

Crescimento ganhou força nos últimos meses, na comparação com 2016

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Imóveis: aposta na Zona Norte

Bairros da região estão entre os que mais recebem lançamentos no Rio, diz estudo

Rio - A Zona Norte vem conquistando um espaço cada vez maior no mercado imobiliário. Construtoras investem em projetos completos, que incluem lazer de condomínio-clube e segurança 24 horas. Mais do que apenas uma constatação do setor: números mostram que a aposta está aumentando na região, mesmo em tempos de crise. No primeiro semestre de 2016, foram lançadas 1.606 unidades na área, quase o triplo de 2015, com 552 lançamentos. O índice faz parte de um levantamento feito pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Venda de Imóvel novo no Rio sobre 15%, mas valor cai 25%

O Globo, Economia, 09/08/2017
Por Glauce Cavalcanti

RIO - As vendas de imóveis novos na cidade do Rio de Janeiro subiram 15% no primeiro semestre, na comparação com janeiro a junho de 2016. No entanto, a situação está melhor para quem compra do que para quem vende: houve um recuo de aproximadamente 25% no preço das unidades, segundo estimativas com base em dados preliminares de mercados pela Ademi-RJ, associação que reúne as empresas de construção.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/venda-de-imovel-novo-no-rio-sobe-15-mas-valor-cai-25-21685121#ixzz4pGqEcLZU 
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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Economia brasileira volta ao terreno positivo e avança 1,12% no primeiro trimestre, segundo Banco Central

O Globo, Economia 15/05/2017

RASÍLIA - Após a pior recessão da História, a economia brasileira começa a dar sinais de que o pior já foi superado. Nas contas do Banco Central, o país cresceu 1,12% no primeiro trimestre deste ano. Os dados do IBC-Br - o índice construído pela autoridade monetária que tenta simular o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) - foram divulgados na manhã desta segunda-feira.
O Brasil estava em recessão desde o segundo trimestre de 2015. Os dados divulgados desde então mostraram que a economia não parava de encolher. Os números do BC publicados nesta manhã, entretanto, sugerem mudança nesse processo.


Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/economia-brasileira-volta-ao-terreno-positivo-avanca-112-no-primeiro-trimestre-segundo-banco-central-21340831#ixzz4h9Y53sV5 
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Com aumento na procura, construtoras de imóveis retomam lançamentos no Rio

O Globo - 14/05/2017

RIO - Com a redução da taxa básica de juros, a inflação em queda e a ajuda extra das contas inativas do FGTS, as pessoas estão voltando a sonhar com a casa própria. A procura, que já aumentou 30% neste início de ano em relação ao mesmo período de 2016, vem animando construtoras e incorporadoras a retomarem o ritmo de lançamentos residenciais. Estão saindo da gaveta projetos voltados, principalmente, para a classe média, com preços a partir de R$ 200 mil.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/com-aumento-na-procura-construtoras-de-imoveis-retomam-lancamentos-no-rio-21337613#ixzz4h9WwbsWW 
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quarta-feira, 19 de abril de 2017

PIB tem maior alta para um único mês dos últimos sete anos

Gazeta do Povo - 18/04/2017
Ricardo Amorim

O PIB medido pelo Banco Central cresceu pelo segundo mês seguido. Em fevereiro, o aumento foi o maior registrado nos últimos sete anos. Isso se dá por conta de uma recuperação na confiança dos consumidores e empresários, e também porque o país teve um avanço em reformas estruturais importantes. Se o congresso, apesar de todos os problemas que temos, e a divulgação da lista do ministro Edson Fachin, continuar a aprovar reformas importantes, essa recuperação só vai se fortalecer.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Setor Imobiliário vê início de recuperação

Jornal O Estado de São Paulo
- Economia & Negócios

Para empresários e entidades, ano será deve marcar retomada do mercado de imóveis e sinais positivos da economia sustentam otimismo

SÃO PAULO - Para empresários e entidades do mercado imobiliário, 2017 vai marcar o início da retomada do setor. Eles justificam o otimismo apontando que a economia brasileira tem dado recentemente sinais de recuperação, com queda nas taxas de juros e recuo da inflação. O cenário positivo seria, na visão deles, reforçado pela perspectiva de manutenção dos cortes graduais da taxa básica de juros nos próximos meses.
“Há expectativas da Caixa de crescimento do mercado imobiliário, mas há também dados que já mostram essa realidade”, afirmou o presidente do banco público, Gilberto Occhi ontem, durante o Summit Imobiliário 2017, evento organizado em uma parceria do Estado com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) e que contou com a presença de associações e empresários da construção civil.
Occhi também lembrou que os financiamentos concedidos pelo banco para a compra e a construção de imóveis no primeiro bimestre deste ano são maiores do que no mesmo período de 2016, reforçando as expectativas de que o mercado imobiliário voltará a crescer em 2017. “As perspectivas positivas são ancoradas em medidas aprovadas recentemente pelo governo, como o limite dos gastos públicos e a terceirização.”
Em janeiro e fevereiro, o banco liberou R$ 14 bilhões de financiamento imobiliário. Para todo o ano, a Caixa tem um orçamento de R$ 84 bilhões em empréstimos nessa área, montante um pouco acima de 2016, quando atingiu R$ 81 bilhões.
“Os investidores já olham o Brasil de outra forma neste ano. A gente sabe da necessidade de ajustes econômicos e de outras questões específicas que podem ajudar na recuperação do setor, como a calibragem do Plano Diretor de São Paulo, por exemplo, mas estamos no caminho”, disse o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.



quinta-feira, 30 de março de 2017

Inflação do aluguel desacelerou 4,86% nos últimos 12 meses

Jornal O Globo - 30/03/2017
RIO - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), considerado a inflação do aluguel, desacelerou para apenas 0,01% em março. É a taxa mais baixa para o mês desde 2009. Nos doze meses encerrados em março, a taxa ficou em 4,86%. Os números mostram um ritmo menor da alta de preços tanto em relação a fevereiro quanto frente a março de 2016. Em fevereiro, a variação tinha sido de 0,08%. Em março de 2016, a taxa chegou a 0,51%.
O IGP- é o principal indicador usado como referência para reajuste de contratos como aluguel e energia elétrica.
Entre os índices que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi o único a apresentar alta, com variação de 0,38% em março. Todos os demais registraram deflação. Dentro do IPC, a alta de preços acelerou em alimentação — de deflação de 0,22% para alta de 0,40% —, habitação — 0,44% para 0,84% , despesas diversas — 0,35% para 0,76% —, saúde e cuidados pessoais — 0,47% para 0,56% e vestuário — de deflação de 0,05% para alta de 0,22%, entre outros itens.


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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Ministro da Fazenda diz que vai aumentar o limite do valor dos imóveis financiados com FGTS

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou em entrevista à Globonews que os recursos do FGTS poderão ser usados para a compra de imóveis de até R$ 1,5 milhão. Atualmente, o limite é de R$ 850 mil e R$ 950 mil, dependendo da cidade. A mudança vale tanto para quem vai comprar o imóvel com recursos próprios quanto para quem vai financiar pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), que usa recursos da poupança e da FGTS.



“Estamos aumentando esse limite, de cerca de R$ 850 mil ou R$ 950 mil, dependendo da cidade, para R$ 1,5 milhão, para permitir a compra da casa própria. O que significa que a classe média vai ser extremamente beneficiada porque pode não só sacar as contas inativas como pode usar recursos das contas ativas para financiar e comprar a casa própria”, afirmou o ministro.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia


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FGTS poderá ser usado para imóvel de até R$ 1,5 milhão

Fonte: O Globo

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou em entrevista à Globonews que os recursos do FGTS poderão ser usados para a compra de imóveis de até R$ 1,5 milhão. Atualmente, o limite é de R$ 850 mil e R$ 950 mil, dependendo da cidade. A mudança vale tanto para quem vai comprar o imóvel com recursos próprios quanto para quem vai financiar pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), que usa recursos da poupança e da FGTS.
“Estamos aumentando esse limite, de cerca de R$ 850 mil ou R$ 950 mil, dependendo da cidade, para R$ 1,5 milhão, para permitir a compra da casa própria. O que significa que a classe média vai ser extremamente beneficiada porque pode não só sacar as contas inativas como pode usar recursos das contas ativas para financiar e comprar a casa própria”, afirmou o ministro.


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