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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Ministro da Fazenda diz que vai aumentar o limite do valor dos imóveis financiados com FGTS

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou em entrevista à Globonews que os recursos do FGTS poderão ser usados para a compra de imóveis de até R$ 1,5 milhão. Atualmente, o limite é de R$ 850 mil e R$ 950 mil, dependendo da cidade. A mudança vale tanto para quem vai comprar o imóvel com recursos próprios quanto para quem vai financiar pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), que usa recursos da poupança e da FGTS.



“Estamos aumentando esse limite, de cerca de R$ 850 mil ou R$ 950 mil, dependendo da cidade, para R$ 1,5 milhão, para permitir a compra da casa própria. O que significa que a classe média vai ser extremamente beneficiada porque pode não só sacar as contas inativas como pode usar recursos das contas ativas para financiar e comprar a casa própria”, afirmou o ministro.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia


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FGTS poderá ser usado para imóvel de até R$ 1,5 milhão

Fonte: O Globo

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou em entrevista à Globonews que os recursos do FGTS poderão ser usados para a compra de imóveis de até R$ 1,5 milhão. Atualmente, o limite é de R$ 850 mil e R$ 950 mil, dependendo da cidade. A mudança vale tanto para quem vai comprar o imóvel com recursos próprios quanto para quem vai financiar pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), que usa recursos da poupança e da FGTS.
“Estamos aumentando esse limite, de cerca de R$ 850 mil ou R$ 950 mil, dependendo da cidade, para R$ 1,5 milhão, para permitir a compra da casa própria. O que significa que a classe média vai ser extremamente beneficiada porque pode não só sacar as contas inativas como pode usar recursos das contas ativas para financiar e comprar a casa própria”, afirmou o ministro.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/fgts-podera-ser-usado-para-comprar-imovel-de-ate-15-milhao-diz-meirelles-20934665#ixzz4YrEMwHlX 
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Avanço de distratos de imóveis pressiona regulamentação do governo





Fonte: Jornal O Globo

BRASÍLIA e SÃO PAULO - O avanço do número de distratos nas operações de compra de imóveis novos em todo o país fez aumentar a pressão do setor da construção para que o governo regulamente direitos e obrigações (penalidades) para os casos de desistência do comprador antes da entrega das chaves. O índice de cancelamentos, que não chegava a 20% até o início de 2014, começou a crescer de forma expressiva desde então e chegou a 43,4% no ano passado, concentrado principalmente nas compras de imóveis com valores entre R$ 300 mil e R$ 800 mil. A justificativa das incorporadoras para a urgência da regulação é que, com os cancelamentos em níveis elevados e as vendas fracas, as empresas ficam sem garantias suficientes para tomar crédito, o que acarreta atrasos em obras de novos empreendimentos.


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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Limite de renda do Minha Casa Minha Vida sobe para R$ 9 mil


Condomínio do “Minha Casa Minha Vida”, no Anil, em Jacarepaguá - Márcio Alves / Agência O Globo

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Fonte: O Globo

BRASÍLIA - O ministro das Cidades, Bruno Araújo, confirmou no relançamento do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), que o teto de financiamento dos imóveis do programa incluirá trabalhadores com renda de até R$ 9 mil. Em evento nesta segunda-feira no Palácio do Planalto, ele disse, ainda, que entre recursos de trabalhadores e do Tesouro Nacional, o programa envolverá R$ 60 bilhões.

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Valor do imóvel financiado por FGTS poderá subir para R$ 1,5 milhão



Paranoá Parque. Condomínio localizado na região administrativa de Brasília foi entregue no ano passado e tem atualmente cerca de 20 mil moradores, que não contam com praticamente nenhuma estrutura de serviços - Michel Filho / Agência O Globo


Fonte: O Globo


BRASÍLIA - O governo se prepara para anunciar na próxima semana novas medidas para tentar turbinar o Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país). Segundo integrantes da equipe econômica, uma parte das ações será na área de habitação, setor importante para estimular investimentos e gerar empregos. Nesse campo, as principais iniciativas são o aumento do limite do valor do imóvel a ser financiado pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH) e a ampliação do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Também estão previstas a regulamentação do distrato de imóveis e uma mudança no regime de alienação fiduciária.


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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Brasil destoa de outros países ao permitir distrato de imóveis, mostra estudo.

A ausência de regras para o cancelamento dos contratos de venda de imóveis na planta coloca o Brasil numa posição que destoa de outros países, onde o distrato quase sempre é proibido. E nos casos em que a rescisão do negócio é permitida, os consumidores não são ressarcidos pelos valores já pagos na fase de obras, ficando, inclusive, sujeitos a processos. 



As informações constam em estudo produzido pelo analista de construção civil do banco BTG Pactual, Gustavo Cambaúva. "Do ponto de vista regulatório, o Brasil está a quilômetros de distância de outros países", descreve o analista no relatório, ao qual o Broadcast teve acesso. 

O levantamento compara as regras para distratos em 11 países desenvolvidos e emergentes: Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Portugal, México e Reino Unido. 

Apenas no Brasil e na Austrália, o distrato é permitido. Nos demais, o comprador e o incorporador são obrigados a honrar o contrato de comercialização. Caso o acordo seja rompido, os compradores australianos perdem o valor já pago. Só os brasileiros recebem devolução. 

O relatório aponta também que em todos os países, com exceção do Brasil, os compradores que rescindem o negócio estão sujeitos a processos, em que a pena é reassumir a compra ou compensar os gastos da empresa com a venda desfeita. 

"Uma análise das diferenças em relação a outros países mostra que a decisão judicial no Brasil sobre cancelamentos é incerta e muito mais pró-consumidor", descreve Cambaúva. 

Vale ponderar, no entanto, que o mercado imobiliário tem particularidades em cada País. No Brasil, por exemplo, a duração da obra gira em torno de 18 a 36 meses, enquanto outros países têm ciclo mais curto, o que ameniza imprevistos financeiros que geram os distratos - como perda de emprego ou elevação das taxas de juros do financiamento bancário. 

Regulamentação - Empresários, membros do governo e representantes dos consumidores têm discutido a criação de regras para os distratos, mas não há consenso sobre o assunto. Três reuniões já foram feitas neste ano, mas ainda sem desfecho, e não há novo encontro marcado. 

Uma das propostas na mesa é que o incorporador retenha como multa até 10% do valor do imóvel em caso de distrato, até o limite de 90% do montante pago pelos consumidores. Em um imóvel de R$ 500 mil, por exemplo, a empresa poderia reter até R$ 50 mil. Já se o consumidor pagou apenas R$ 30 mil até a rescisão, a multa ficaria em R$ 27 mil. 

Se essa proposta for aprovada, o incorporador só obterá a retenção máxima (10% do valor do imóvel) após 12 meses de contrato. Antes disso, a multa será proporcionalmente inferior, segundo cálculo do analista do BTG Pactual, que considera o fluxo de pagamento. 

Distorções - O advogado Carlos Ferrari, do escritório NF&BC, pondera que os contratos no Brasil são originalmente irrevogáveis e irretratáveis. Entretanto, o judiciário brasileiro se aproximou das decisões que buscam resguardar o lado considerado hipossuficiente nas relações - no caso da compra do imóvel, trata-se do consumidor. 

Durante o boom do mercado, entre oito a dez anos atrás, surgiram os primeiros casos de distratos. Na ocasião, as empresas tinham grande facilidade na revenda, além de lucrarem com a forte valorização das moradias, o que contribuiu para a inclinação pró-consumidor do judiciário, avalia Ferrari. "Esse efeito gerou uma jurisprudência que foi criada aos poucos e passou desavisada", observa. "Quando o mercado inverteu, isso se mostrou danoso aos incorporadores e tomou um volume desproporcional". 

Em 2016, 40,9 mil unidades tiveram as vendas canceladas até novembro, o equivalente a 44% das vendas totais no período, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). O vice-presidente da entidade, Claudio Carvalho, avalia que a ausência de regras alimenta um clima de insegurança jurídica e prolonga os danos financeiros para os incorporadores, criando um risco para todos os envolvidos na cadeia. "Do jeito como está, o mercado corre um risco sistêmico. As empresas não vão aguentar", alerta. 

O especialista em mercado imobiliário Alberto Mattos, do escritório Penachio, Moroni Câmara, Mattos e Fittipaldi (PMMJ), também entende que há uma postura pró-consumidor da judiciário, onerando as empresas. "A quebra da expectativa de fluxo financeiro durante a obra aliada à necessidade de devolução dos valores ao cliente, corrigido e com juros, compromete o planejamento das empresas". 

Mattos acrescenta que a devolução de recursos já usados na obra colocam em risco a continuidade do projeto. "A consequência é que estes custos e riscos serão repassados aos próprios consumidores no próximo ciclo de desenvolvimento de um projeto, encarecendo ainda mais a compra de um imóvel", complementa. 

Já na visão de Marcelo Tapai, advogado especialista em direitos do consumidor, o modelo de incorporação no País é favorável às empresas, uma vez que boa parte das obras é feita com recursos obtidos junto aos compradores das unidades na planta. "O risco é todo do consumidor, pois se não pagar as parcelas da obra, não efetiva a compra e ainda perde parte do dinheiro 'emprestado' para a empresa", afirma. "O incorporador é responsável por levantar os recursos, então deve assumir os riscos do distrato".

Fonte: O Estado de S. Paulo Online



terça-feira, 22 de novembro de 2016

Caixa corta juros e aumenta limite para financiamento imobiliário

A Caixa Econômica Federal anunciou um pacote de medidas de estímulo à compra da casa própria. Os juros ficarão 0,25 ponto percentual menores para os clientes. Esse é um repasse da queda recente da taxa básica de juros (Selic). 

O banco também aumentou o limite de financiamento da casa própria de 80% para 90% para mutuários que aceitarem receber salário pelo banco. A informação foi dada pelo vice-presidente da instituição Nelson de Souza ao jornal O GLOBO no último dia 08. As medidas fazem parte da iniciativa do banco de atrair um número maior de clientes. Além de cobrar menos, a instituição financiará um valor menor dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e dará desconto nas taxas de empresas com uma boa classificação.

Segundo comunicado da Caixa, todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual, independentemente do relacionamento com o banco.

Segundo Nelson de Souza, em janeiro do ano que vem a instituição ainda adotará o sistema de dar bônus para clientes com notas altas na avaliação do banco. O vice-presidente informou que o banco está no ritmo acelerado de execução e que quer incentivar o reaquecimento do setor. Para disso, dará incentivos maiores para produção habitacional. De acordo com ele a construtora poderá pegar um financiamento total que inclui até mesmo uma porcentagem da obra que já foi concluída com capital próprio. O dinheiro será usado como fluxo de caixa. 



PARA AS EMPRESAS
O banco implementou o sistema de “taxa segregada por rating” para as empresas. Essa nova metodologia - que também deverá ser usada para pessoas físicas no futuro - beneficiará companhias com alto índice de relacionamento com a Caixa. Elas poderão ter um bônus de até 1,5 ponto percentual. Para empresas com rating A, a taxa deve variar de 12,5% ao ano para 11% ao ano.

A Caixa ainda mudou as regras para empresa que pretendem financiar a construção de empreendimentos pelo banco. Aumentou o prazo de construção de 24 meses para 36 meses, deu carência pós-obra de um ano, garantiu a utilização da tabela Price nos contratos de produção, deu a possibilidade de acréscimo de 25% sobre a obra a executar.


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Fonte: http://oglobo.globo.com/economia


terça-feira, 1 de novembro de 2016

Lançamentos e vendas imobiliárias começam a crescer

Compacto, sol da manhã. Poderia ser a descrição do mercado imobiliário residencial neste fim de ano. A recuperação em vendas de unidades em estoque e um tímido aumento no valor dos imóveis — além da aposta na melhora da economia a partir de 2017 — jogaram alguma luz no mercado carioca, que começa a retomar os lançamentos. É a primeira alta desde junho do ano passado, de acordo com o índice FipeZap.



— Ainda é cedo para definir o movimento atual como tendência. Não é uma virada. Mas, sem dúvida, aponta melhora na perspectiva do setor imobiliário. Pode indicar o início de um novo ciclo — pondera Luiz Fernando Moura, diretor da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) ao jornal O Globo. — No Rio, os lançamentos para a classe média estão um pouco melhor. E os voltados para o segmento popular têm ido bem. Vivemos um recomeço lento, porque o país ainda enfrenta incertezas. Neste fim de ano, os lançamentos ainda são tímidos. Mas, em 2017, é um movimento que tende a continuar e a acelerar.

O volume de imóveis em estoque caiu para menos da metade do total disponível no ano passado, o que explica o início da recuperação dos preços e da retomada de novos projetos. 

UNIDADES COMPACTAS E COM SERVIÇOS
Quando se examinam os dados nacionais, o cenário também está um pouco melhor. Limitação de crédito e distratos são os maiores entraves ao desenvolvimento do segmento imobiliário.

— Temos cinco lançamentos à venda agora, num ano em que não houve quase nada, apenas três desde janeiro. Pode ainda não ser a retomada com força, mas os estoques estão caindo, e 2017 deve começar com melhora de mercado — afirma Rubem Vasconcelos, presidente da imobiliária Patrimóvel, que prevê que em mais um ano as unidades hoje em estoque devam zerar. — Aí, vira a chave. Os lançamentos serão retomados e o preço vai voltar a subir.

Na fornada de projetos que estão chegando ao mercado, há um movimento claro de desenhar empreendimentos para atender a públicos específicos, com destaque para residenciais com unidades de pequeno porte, como estúdios e apartamentos de um ou dois quartos no Centro do Rio, afirmam profissionais do setor. São estúdios e unidades de um e dois quartos, com preços a partir de R$ 400 mil. Os lançamentos incluem o Urban, da MDL, e o Mood, da Gafisa. Há ainda o Moinho, complexo imobiliário que Vinci Partners e Carioca Engenharia lançam no início de 2017. O empreendimento, que conta com hotel e mercado de gastronomia, ocupará o prédio histórico do Moinho Fluminense, no Porto Maravilha.

Outras construtoras focam em demandas da classe média. A Even lançou o You Botafogo, cuja segunda fase abriu este mês. Já a Gafisa lançou este mês um condomínio com 267 unidades de dois e três quartos na Tijuca — o único empreendimento da companhia no Rio este ano, ante dois em 2015.  A Brookfield também aposta em projetos de maior porte. Após dois anos sem novos projetos no Rio, são três lançamentos em 2016: Jacarepaguá, Cachambi e Barra da Tijuca. Mas ainda há instabilidade. A Calçada, por exemplo, fez dois lançamentos em 2015, mas nenhum este ano. Apenas está entregando o Vogue, complexo com escritórios, hotel e shopping, na Barra.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia

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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Venda de imóveis residenciais 1ª alta em 13 meses

As vendas de imóveis residenciais no Brasil subiram pela primeira vez em 13 meses, avançando 1,4% sobre o mesmo período do ano passado, segundo levantamento mensal divulgado nesta terça-feira (18) pela associação brasileira de incorporadoras, a Abrainc, em parceria com a Fipe.



Já o número de lançamentos em agosto foi de 4,6 mil unidades no país, um aumento segundo a pesquisa de 70% sobre o mesmo período de 2015 - apesar de grandes construtoras e incorporas terem divulgado recentemente queda de dois dígitos no número de seus lançamentos no terceiro trimestre.

Enquanto isso, a relação de vendas sobre oferta (VSO) foi de 7,7% em agosto, "indicando que a oferta disponível seria suficiente para garantir o abastecimento do mercado por cerca de 13 meses".




Fonte: http://g1.globo.com/economia

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Investir em imóveis ou comprar a casa própria?

Nos últimos dois anos, tivemos uma forte contração do mercado imobiliário. Houve sensível redução nos lançamentos, nas vendas e nos preços. Como aconteceu após as recessões de 2003 e 2009, essa contração deve ser seguida por um reaquecimento do mercado imobiliário à medida que a confiança e a economia se recuperarem e que a oferta de crédito volte a se expandir.

Alguns setores já mostram uma incipiente recuperação. A taxa de juros começará a cair ainda em 2016 e deve continuar em queda ao longo do ano que vem e do próximo, trazendo novamente a taxa Selic a um dígito. Isso estimulará as instituições financeiras a oferecerem maior volume e condições mais atraentes para o crédito imobiliário.


As expectativas já começaram a melhorar. De acordo com o relatório Focus do Banco Central – que apresenta as estimativas de mais de 100 economistas –, há poucos meses eles projetavam que em 2017 o PIB brasileiro não cresceria nada. Hoje, os mesmos economistas já acreditam que o crescimento será superior a 1%. Os indicadores do próprio mercado imobiliário já têm refletido essa melhora. O Índice IFIX da Bovespa, que mede o desempenho dos fundos imobiliários, teve uma alta de mais de 20% nesse ano. 

Se o cenário de recuperação econômica, queda de juros e expansão de crédito se concretizar, a demanda por imóveis crescerá. Mesmo levando-se em consideração os amplos estoques que terão de ser desovados nos próximos dois anos, as oportunidade para os interessados em investir em terrenos, galpões ou imóveis residenciais e comerciais agora parecem claras, particularmente para investidores de longo prazo.





Fonte: http://istoe.com.br/ - Rodrigo Amorim

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Conheça a Broadway na Tijuca!

A Tijuca é um bairro adorado por seus moradores, os ‘tijucanos’. Além de reunir serviços e facilidades diversas no entorno, a região tem uma das maiores florestas urbanas do mundo no seu quintal. Com previsão de entrega para 2019, quando a Tijuca completa 260 anos, o ‘Gafisa Like Tijuca’ promete ser um verdadeiro presente.



A boa pedida desse fim de semana é passear pela Broadway Like Tijuca — a rua, que foi inaugurada em setembro pela Gafisa, reúne gastronomia, arte e música na altura da Conde de Bonfim, 977. Quem aparecer por lá vai poder curtir diversas atividades que promovem o bem-estar e o lifestyle saudável.

Tão inovador quanto o evento de lançamento, que reuniu feira orgânica, treino funcional com as blogueiras da ‘Dupla Carioca’, contadores de histórias infantis e show da cantora Sandra de Sá, o empreendimento apresentado carrega conceitos únicos da construtora. 

Luiz Carlos Siciliano, diretor-executivo da companhia, fala ao jornal O Globo sobre a volta da Gafisa, após mais de uma década, à Zona Norte da cidade com o ‘Gafisa Like Tijuca’.


– O empreendimento vai dar uma nova vida ao bairro. Buscamos enaltecer o que a região tem de melhor, além de proporcionar aos nossos clientes um condomínio moderno, com infraestrutura completa e diversas opções de plantas.



Um grande diferencial do projeto é a segurança, que conta com um sistema de guarita, circuito fechado de TV e câmeras nas áreas vitais, segurança perimetral e dois portões paralelos: um para o acesso preliminar e o segundo que será aberto apenas após a identificação dos moradores ou visitantes.



PARA SE DIVERTIR
Data: sábados e domingos até o fim do ano
Horário: das 8h às 18h
Endereço: Rua Conde de Bonfim, 977 – Tijuca

A entrada é gratuita!





Fonte: http://oglobo.globo.com/rio

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Mudanças nas regras para financiamento de imóveis!

Depois de pressão das construtoras que amargam a crise econômica, o governo mudou regras para incentivar a venda de imóveis de até R$ 1,5 milhão. No final de setembro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou uma norma do sistema financeiro para permitir que os bancos façam esse tipo de empréstimos com juros menores, de até 12% ao ano. A medida vale por um ano.


Apesar de o financiamento ser classificado como sendo no SFH (Sistema Financeiro de Habitação), o mutuário não terá outras vantagens como os que compram imóveis que são devidamente enquadrados no sistema como, por exemplo, abater o valor do imóvel com o saldo do FGTS. As regras para esse abatimento continuam as mesmas: para usar o fundo de garantia, é necessário comprar imóveis de até R$ 750 mil no Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal e de até R$ 650 mil no restante do país.





Segundo Silvia Marques, chefe do departamento de regulação do Banco Central, esse é apenas um teste da equipe econômica, que quer avaliar a demanda por esse tipo de contrato.

— É só mais uma opção para o banco. Vamos avaliar a efetividade da medida neste ano. O banco pode aplicar ou não — explicou a economista ao jornal O Globo.

Outra decisão tomada pelo CMN aprimora regras das operações compromissadas — operações de compra (ou venda) de títulos com compromisso de revenda (ou recompra). A partir de agora, será permitido fazer esse tipo de operação com Letra de Arrendamento Mercantil (LAM). Segundo o Banco Central, o objetivo é aumentar as negociações desse papel e oferecer fontes alternativas de recursos para empresas desse setor.

O BC também alterou critérios de operacionalização do Cadastro Positivo. Agora, será permitido que empresas se juntem para atingir a exigência de patrimônio líquido mínimo de R$ 70 milhões, necessário para receber informações das instituições autorizadas pelo Banco Central. Com isso, a tendência é aumentar o número de empresas que operacionalizam o Cadastro Positivo. 


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Fonte: http://oglobo.globo.com/economia