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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Lançamentos e vendas imobiliárias começam a crescer

Compacto, sol da manhã. Poderia ser a descrição do mercado imobiliário residencial neste fim de ano. A recuperação em vendas de unidades em estoque e um tímido aumento no valor dos imóveis — além da aposta na melhora da economia a partir de 2017 — jogaram alguma luz no mercado carioca, que começa a retomar os lançamentos. É a primeira alta desde junho do ano passado, de acordo com o índice FipeZap.



— Ainda é cedo para definir o movimento atual como tendência. Não é uma virada. Mas, sem dúvida, aponta melhora na perspectiva do setor imobiliário. Pode indicar o início de um novo ciclo — pondera Luiz Fernando Moura, diretor da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) ao jornal O Globo. — No Rio, os lançamentos para a classe média estão um pouco melhor. E os voltados para o segmento popular têm ido bem. Vivemos um recomeço lento, porque o país ainda enfrenta incertezas. Neste fim de ano, os lançamentos ainda são tímidos. Mas, em 2017, é um movimento que tende a continuar e a acelerar.

O volume de imóveis em estoque caiu para menos da metade do total disponível no ano passado, o que explica o início da recuperação dos preços e da retomada de novos projetos. 

UNIDADES COMPACTAS E COM SERVIÇOS
Quando se examinam os dados nacionais, o cenário também está um pouco melhor. Limitação de crédito e distratos são os maiores entraves ao desenvolvimento do segmento imobiliário.

— Temos cinco lançamentos à venda agora, num ano em que não houve quase nada, apenas três desde janeiro. Pode ainda não ser a retomada com força, mas os estoques estão caindo, e 2017 deve começar com melhora de mercado — afirma Rubem Vasconcelos, presidente da imobiliária Patrimóvel, que prevê que em mais um ano as unidades hoje em estoque devam zerar. — Aí, vira a chave. Os lançamentos serão retomados e o preço vai voltar a subir.

Na fornada de projetos que estão chegando ao mercado, há um movimento claro de desenhar empreendimentos para atender a públicos específicos, com destaque para residenciais com unidades de pequeno porte, como estúdios e apartamentos de um ou dois quartos no Centro do Rio, afirmam profissionais do setor. São estúdios e unidades de um e dois quartos, com preços a partir de R$ 400 mil. Os lançamentos incluem o Urban, da MDL, e o Mood, da Gafisa. Há ainda o Moinho, complexo imobiliário que Vinci Partners e Carioca Engenharia lançam no início de 2017. O empreendimento, que conta com hotel e mercado de gastronomia, ocupará o prédio histórico do Moinho Fluminense, no Porto Maravilha.

Outras construtoras focam em demandas da classe média. A Even lançou o You Botafogo, cuja segunda fase abriu este mês. Já a Gafisa lançou este mês um condomínio com 267 unidades de dois e três quartos na Tijuca — o único empreendimento da companhia no Rio este ano, ante dois em 2015.  A Brookfield também aposta em projetos de maior porte. Após dois anos sem novos projetos no Rio, são três lançamentos em 2016: Jacarepaguá, Cachambi e Barra da Tijuca. Mas ainda há instabilidade. A Calçada, por exemplo, fez dois lançamentos em 2015, mas nenhum este ano. Apenas está entregando o Vogue, complexo com escritórios, hotel e shopping, na Barra.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia

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