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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Venda de imóveis residenciais 1ª alta em 13 meses

As vendas de imóveis residenciais no Brasil subiram pela primeira vez em 13 meses, avançando 1,4% sobre o mesmo período do ano passado, segundo levantamento mensal divulgado nesta terça-feira (18) pela associação brasileira de incorporadoras, a Abrainc, em parceria com a Fipe.



Já o número de lançamentos em agosto foi de 4,6 mil unidades no país, um aumento segundo a pesquisa de 70% sobre o mesmo período de 2015 - apesar de grandes construtoras e incorporas terem divulgado recentemente queda de dois dígitos no número de seus lançamentos no terceiro trimestre.

Enquanto isso, a relação de vendas sobre oferta (VSO) foi de 7,7% em agosto, "indicando que a oferta disponível seria suficiente para garantir o abastecimento do mercado por cerca de 13 meses".




Fonte: http://g1.globo.com/economia

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Investir em imóveis ou comprar a casa própria?

Nos últimos dois anos, tivemos uma forte contração do mercado imobiliário. Houve sensível redução nos lançamentos, nas vendas e nos preços. Como aconteceu após as recessões de 2003 e 2009, essa contração deve ser seguida por um reaquecimento do mercado imobiliário à medida que a confiança e a economia se recuperarem e que a oferta de crédito volte a se expandir.

Alguns setores já mostram uma incipiente recuperação. A taxa de juros começará a cair ainda em 2016 e deve continuar em queda ao longo do ano que vem e do próximo, trazendo novamente a taxa Selic a um dígito. Isso estimulará as instituições financeiras a oferecerem maior volume e condições mais atraentes para o crédito imobiliário.


As expectativas já começaram a melhorar. De acordo com o relatório Focus do Banco Central – que apresenta as estimativas de mais de 100 economistas –, há poucos meses eles projetavam que em 2017 o PIB brasileiro não cresceria nada. Hoje, os mesmos economistas já acreditam que o crescimento será superior a 1%. Os indicadores do próprio mercado imobiliário já têm refletido essa melhora. O Índice IFIX da Bovespa, que mede o desempenho dos fundos imobiliários, teve uma alta de mais de 20% nesse ano. 

Se o cenário de recuperação econômica, queda de juros e expansão de crédito se concretizar, a demanda por imóveis crescerá. Mesmo levando-se em consideração os amplos estoques que terão de ser desovados nos próximos dois anos, as oportunidade para os interessados em investir em terrenos, galpões ou imóveis residenciais e comerciais agora parecem claras, particularmente para investidores de longo prazo.





Fonte: http://istoe.com.br/ - Rodrigo Amorim

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Conheça a Broadway na Tijuca!

A Tijuca é um bairro adorado por seus moradores, os ‘tijucanos’. Além de reunir serviços e facilidades diversas no entorno, a região tem uma das maiores florestas urbanas do mundo no seu quintal. Com previsão de entrega para 2019, quando a Tijuca completa 260 anos, o ‘Gafisa Like Tijuca’ promete ser um verdadeiro presente.



A boa pedida desse fim de semana é passear pela Broadway Like Tijuca — a rua, que foi inaugurada em setembro pela Gafisa, reúne gastronomia, arte e música na altura da Conde de Bonfim, 977. Quem aparecer por lá vai poder curtir diversas atividades que promovem o bem-estar e o lifestyle saudável.

Tão inovador quanto o evento de lançamento, que reuniu feira orgânica, treino funcional com as blogueiras da ‘Dupla Carioca’, contadores de histórias infantis e show da cantora Sandra de Sá, o empreendimento apresentado carrega conceitos únicos da construtora. 

Luiz Carlos Siciliano, diretor-executivo da companhia, fala ao jornal O Globo sobre a volta da Gafisa, após mais de uma década, à Zona Norte da cidade com o ‘Gafisa Like Tijuca’.


– O empreendimento vai dar uma nova vida ao bairro. Buscamos enaltecer o que a região tem de melhor, além de proporcionar aos nossos clientes um condomínio moderno, com infraestrutura completa e diversas opções de plantas.



Um grande diferencial do projeto é a segurança, que conta com um sistema de guarita, circuito fechado de TV e câmeras nas áreas vitais, segurança perimetral e dois portões paralelos: um para o acesso preliminar e o segundo que será aberto apenas após a identificação dos moradores ou visitantes.



PARA SE DIVERTIR
Data: sábados e domingos até o fim do ano
Horário: das 8h às 18h
Endereço: Rua Conde de Bonfim, 977 – Tijuca

A entrada é gratuita!





Fonte: http://oglobo.globo.com/rio

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Mudanças nas regras para financiamento de imóveis!

Depois de pressão das construtoras que amargam a crise econômica, o governo mudou regras para incentivar a venda de imóveis de até R$ 1,5 milhão. No final de setembro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou uma norma do sistema financeiro para permitir que os bancos façam esse tipo de empréstimos com juros menores, de até 12% ao ano. A medida vale por um ano.


Apesar de o financiamento ser classificado como sendo no SFH (Sistema Financeiro de Habitação), o mutuário não terá outras vantagens como os que compram imóveis que são devidamente enquadrados no sistema como, por exemplo, abater o valor do imóvel com o saldo do FGTS. As regras para esse abatimento continuam as mesmas: para usar o fundo de garantia, é necessário comprar imóveis de até R$ 750 mil no Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal e de até R$ 650 mil no restante do país.





Segundo Silvia Marques, chefe do departamento de regulação do Banco Central, esse é apenas um teste da equipe econômica, que quer avaliar a demanda por esse tipo de contrato.

— É só mais uma opção para o banco. Vamos avaliar a efetividade da medida neste ano. O banco pode aplicar ou não — explicou a economista ao jornal O Globo.

Outra decisão tomada pelo CMN aprimora regras das operações compromissadas — operações de compra (ou venda) de títulos com compromisso de revenda (ou recompra). A partir de agora, será permitido fazer esse tipo de operação com Letra de Arrendamento Mercantil (LAM). Segundo o Banco Central, o objetivo é aumentar as negociações desse papel e oferecer fontes alternativas de recursos para empresas desse setor.

O BC também alterou critérios de operacionalização do Cadastro Positivo. Agora, será permitido que empresas se juntem para atingir a exigência de patrimônio líquido mínimo de R$ 70 milhões, necessário para receber informações das instituições autorizadas pelo Banco Central. Com isso, a tendência é aumentar o número de empresas que operacionalizam o Cadastro Positivo. 


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Fonte: http://oglobo.globo.com/economia