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terça-feira, 22 de novembro de 2016

Caixa corta juros e aumenta limite para financiamento imobiliário

A Caixa Econômica Federal anunciou um pacote de medidas de estímulo à compra da casa própria. Os juros ficarão 0,25 ponto percentual menores para os clientes. Esse é um repasse da queda recente da taxa básica de juros (Selic). 

O banco também aumentou o limite de financiamento da casa própria de 80% para 90% para mutuários que aceitarem receber salário pelo banco. A informação foi dada pelo vice-presidente da instituição Nelson de Souza ao jornal O GLOBO no último dia 08. As medidas fazem parte da iniciativa do banco de atrair um número maior de clientes. Além de cobrar menos, a instituição financiará um valor menor dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e dará desconto nas taxas de empresas com uma boa classificação.

Segundo comunicado da Caixa, todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual, independentemente do relacionamento com o banco.

Segundo Nelson de Souza, em janeiro do ano que vem a instituição ainda adotará o sistema de dar bônus para clientes com notas altas na avaliação do banco. O vice-presidente informou que o banco está no ritmo acelerado de execução e que quer incentivar o reaquecimento do setor. Para disso, dará incentivos maiores para produção habitacional. De acordo com ele a construtora poderá pegar um financiamento total que inclui até mesmo uma porcentagem da obra que já foi concluída com capital próprio. O dinheiro será usado como fluxo de caixa. 



PARA AS EMPRESAS
O banco implementou o sistema de “taxa segregada por rating” para as empresas. Essa nova metodologia - que também deverá ser usada para pessoas físicas no futuro - beneficiará companhias com alto índice de relacionamento com a Caixa. Elas poderão ter um bônus de até 1,5 ponto percentual. Para empresas com rating A, a taxa deve variar de 12,5% ao ano para 11% ao ano.

A Caixa ainda mudou as regras para empresa que pretendem financiar a construção de empreendimentos pelo banco. Aumentou o prazo de construção de 24 meses para 36 meses, deu carência pós-obra de um ano, garantiu a utilização da tabela Price nos contratos de produção, deu a possibilidade de acréscimo de 25% sobre a obra a executar.


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Fonte: http://oglobo.globo.com/economia


terça-feira, 1 de novembro de 2016

Lançamentos e vendas imobiliárias começam a crescer

Compacto, sol da manhã. Poderia ser a descrição do mercado imobiliário residencial neste fim de ano. A recuperação em vendas de unidades em estoque e um tímido aumento no valor dos imóveis — além da aposta na melhora da economia a partir de 2017 — jogaram alguma luz no mercado carioca, que começa a retomar os lançamentos. É a primeira alta desde junho do ano passado, de acordo com o índice FipeZap.



— Ainda é cedo para definir o movimento atual como tendência. Não é uma virada. Mas, sem dúvida, aponta melhora na perspectiva do setor imobiliário. Pode indicar o início de um novo ciclo — pondera Luiz Fernando Moura, diretor da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) ao jornal O Globo. — No Rio, os lançamentos para a classe média estão um pouco melhor. E os voltados para o segmento popular têm ido bem. Vivemos um recomeço lento, porque o país ainda enfrenta incertezas. Neste fim de ano, os lançamentos ainda são tímidos. Mas, em 2017, é um movimento que tende a continuar e a acelerar.

O volume de imóveis em estoque caiu para menos da metade do total disponível no ano passado, o que explica o início da recuperação dos preços e da retomada de novos projetos. 

UNIDADES COMPACTAS E COM SERVIÇOS
Quando se examinam os dados nacionais, o cenário também está um pouco melhor. Limitação de crédito e distratos são os maiores entraves ao desenvolvimento do segmento imobiliário.

— Temos cinco lançamentos à venda agora, num ano em que não houve quase nada, apenas três desde janeiro. Pode ainda não ser a retomada com força, mas os estoques estão caindo, e 2017 deve começar com melhora de mercado — afirma Rubem Vasconcelos, presidente da imobiliária Patrimóvel, que prevê que em mais um ano as unidades hoje em estoque devam zerar. — Aí, vira a chave. Os lançamentos serão retomados e o preço vai voltar a subir.

Na fornada de projetos que estão chegando ao mercado, há um movimento claro de desenhar empreendimentos para atender a públicos específicos, com destaque para residenciais com unidades de pequeno porte, como estúdios e apartamentos de um ou dois quartos no Centro do Rio, afirmam profissionais do setor. São estúdios e unidades de um e dois quartos, com preços a partir de R$ 400 mil. Os lançamentos incluem o Urban, da MDL, e o Mood, da Gafisa. Há ainda o Moinho, complexo imobiliário que Vinci Partners e Carioca Engenharia lançam no início de 2017. O empreendimento, que conta com hotel e mercado de gastronomia, ocupará o prédio histórico do Moinho Fluminense, no Porto Maravilha.

Outras construtoras focam em demandas da classe média. A Even lançou o You Botafogo, cuja segunda fase abriu este mês. Já a Gafisa lançou este mês um condomínio com 267 unidades de dois e três quartos na Tijuca — o único empreendimento da companhia no Rio este ano, ante dois em 2015.  A Brookfield também aposta em projetos de maior porte. Após dois anos sem novos projetos no Rio, são três lançamentos em 2016: Jacarepaguá, Cachambi e Barra da Tijuca. Mas ainda há instabilidade. A Calçada, por exemplo, fez dois lançamentos em 2015, mas nenhum este ano. Apenas está entregando o Vogue, complexo com escritórios, hotel e shopping, na Barra.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia

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